Conheça Michelle Bolsonaro, a nova primeira-dama do país


Descrita como uma pessoa discreta, a nova primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, é pouco conhecida pelo restante do país. Sem participar publicamente da campanha do marido Jair Bolsonaro, com quem é casada há 11 anos, foi introduzida aos eleitores somente na reta final da corrida ao Palácio do Planalto. Os motivos que a resguardaram foram tanto por blindagem da família, que teme os efeitos da exposição, como por exigência própria. De personalidade forte, já avisou: não pretende desempenhar cenas de protagonismo na nova função.


Embora a primeira-dama brasileira não seja obrigada a se envolver em questões públicas, tradicionalmente o papel abraça causas sociais. De Michelle, que é fluente na Língua Brasileira de Sinais, espera-se o envolvimento com pessoas deficientes. A própria se apresenta como defensora de pessoas com necessidades especiais e incentivou o marido a assinar um termo de compromisso para melhorar a qualidade de vida dessa comunidade.

Até o fim da campanha eleitoral, o casal fez raras aparições públicas. Mesmo durante a internação de Bolsonaro após ser vítima de uma facada no início de setembro, a mulher manteve a discrição e evitou postagens até mesmo em redes sociais, embora seu perfil no Instagram seja fechado. Ao fim do pleito deste domingo (28), Michelle acompanhou o marido em seu discurso de vitória.

“Sem ela, não teria chegado a esse local. E com ela terei força para prosseguir nessa empreitada de buscar um país melhor”, afirmou Bolsonaro à imprensa na noite de ontem logo após a votação.


Com 27 anos de diferença entre os dois, o casal tem uma filha de oito anos. Michelle também é mãe de uma adolescente de 15 anos.

Secretária parlamentar

Natural de Ceilândia, cidade satélite de Brasília, Michelle de Paula Firmino Reinaldo conheceu Jair na Câmara dos Deputados. Entre 2006 e 2008 ela foi secretária parlamentar dos então deputados Vanderlei Assis (PP-SP) e Dr. Ubiali (PSB-SP), além de ter atuado na liderança do PP – partido de Bolsonaro à época.

Em setembro de 2007, já como namorada do capitão da reserva, passou a trabalhar em seu gabinete. Os dois se casaram no papel dois meses depois, mas em novembro de 2008 ela precisou ser exonerada do cargo; o motivo foi a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) em proibir nepotismo na administração pública.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, no período em que despachou com Bolsonaro, Michelle foi promovida e seu salário quase triplicou.

Elo com Malafaia

Quando conheceu o capitão da reserva, Michelle frequentava a Assembleia de Deus, fundada pelo pastor Silas Malafaia. O próprio Malafaia celebrou o casamento religioso entre ela e Bolsonaro, em março de 2013.


No entanto, a primeira-dama passou a se socorrer na Igreja Batista Atitude em 2016, deixando a igreja de Malafaia para trás. Atualmente ela frequenta a sede do centro evangélico localizada na Barra da Tirjuca, no Rio.

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