Ataque a Bolsonaro não fez aumentar o apoio ao candidato, diz FGV

Realizado pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas, o projeto Observa 2018 analisou o volume e a inclinação de posts em redes sociais após o ataque ao candidato Jair Bolsonaro, do PSL. De acordo com o monitoramento, a facada não fez aumentar o apoio ao candidato, ao menos no primeiro momento; ao contrário, foi recebido com descrença e piadas.


De acordo com o DAAP FGV, o ataque foi o evento de maior repercussão imediata no Twitter desde as eleições de 2014. O monitoramento calculou impressionantes 3,2 milhões de referências discutindo os procedimentos médicos, referências ao discurso de ódio do candidato, a violência das eleições e, acima de tudo, questionamentos quanto à veracidade do acontecimento.

Embora as hashtags mais populares sejam de apoio a Bolsonaro – #forçabolsonaro, com 197,3 mil recorrências, seguida de #bolsonaropresidente17 (21,4 mil), #direitaunida (11,3 mil), #bolsonaro (10,1 mil) e #somostodosbolsonaro (6,2 mil), segundo o instituto – ''os tuítes de maior compartilhamento, permanecem em evidência publicações que abordam se, de fato, houve um ataque a Bolsonaro ou se o dano provocado pela facada foi grave como parece''.


Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einsten em São Paulo após ter sido transferido da Santa Casa de Juiz de Fora, onde passou por cirurgia. Ele deve seguir sob cuidados médicos por ao menos 1 semana e é provável que só volte à rotina normal de campanha a partir do dia 25.

De acordo com o último boletim emitido pela equipe médica que acompanha o candidato, ele não corre risco de morrer.

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