Descendentes de escravos terão preferência na admissão para universidade dos EUA

Descendentes de escravos terão preferência na admissão para universidade dos EUA


Atualizado em janeiro de 2017


A Universidade de Georgetown, em Washington, nos Estados Unidos, encontrou algumas formas de 'compensar' o lucro que obteve com a venda de escravos no século XIX.


A instituição norte-americana, que é uma das mais importantes e tradicionais do país, anunciou que vai incentivar e facilitar a admissão de estudantes que tenham algum grau de parentesco com esses escravos.

O episódio aconteceu no ano de 1838, quando dois funcionários da instituição comercializaram 272 pessoas, incluindo homens, mulheres e crianças, como forma de arrecadar fundos e quitar as dívidas da universidade. A história só foi descoberta recentemente e gerou protestos por parte dos alunos.

Além do tratamento 'especial' oferecido aos descendentes que se candidatarem à Georgetown, a instituição também vai renomear seus prédios em homenagem aos escravos vendidos, criar um novo instituto dedicado ao estudo da escravidão e construir um memorial.