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Pais casam em hospital para incluir filho com doença terminal na cerimônia

Pais casam em hospital para incluir filho com doença terminal na cerimônia


Atualizado em março de 2017


Patricia Armstrong e o marido, Christopher Armstrong, resolveram se casar no hospital para que o filho, Conner Alexander Armstrong, pudesse participar da cerimônia. O bebê nasceu com uma rara condição genética e, por conta disso, viveu pouco mais de um mês.


Conner nasceu com Trissomia 18, uma disfunção que provoca defeitos genéticos que geralmente levam à morte. Algum tempo depois do casamento, quando o filho morreu, Patricia fez um post comovente no Facebook:

''Nosso bebê era um lutador. Ele contrariou tantas previsões médicas e tantas opiniões ao viver o tanto que viveu e tocou a vida de tantas pessoas, especialmente a nossa. A maneira com que nos olhava enquanto nós o segurávamos, o amor que nós víamos em seus olhos, a maneira com que ele esticava seu bracinho até sua irmã, a maneira com que sorria subitamente e melhorava nosso dia. Eu não me importo com o que as pessoas pensam sobre as decisões que tomamos a respeito de nosso bebê. Nós lhe demos a chance de viver, ser amado e amar. Abrimos mão de tudo para estarmos mais perto de nosso filho. Lutamos por Conner e, em troca, ele lutou com a gente e enquanto ele lutava nós estávamos ao seu lado. Conner realmente veio dos céus e nós não nos arrependemos de lhe ter dado uma chance de vida. Ele foi muito amado e sempre será. Nós te amamos, Conner. Por favor, rezem por nós enquanto juntamos os pedaços de nossas vidas. Encontrar uma nova casa e retornar ao que pudermos de normalidade, se é que será possível''.

Patricia e o marido criaram um financiamento coletivo para ajudar com a conta hospitalar e o enterro do filho, que virou uma cerimônia de homenagem ao bebê que, mesmo com pouco tempo de vida, mudou a vida de muita gente a sua volta. Os pais pediram US$ 5 mil e até a publicação do texto já tinham atingindo a quantia de US$ 4,025.